Pessoas morrem dando o fim a tudo aquilo que construíram com tanta sobrevivência, dando adeus ao futuro disfarçando a vergonha de ter partido, talvez, sem a chance de dizer "eu te amo" carregando a cima da dúvida o enorme prazer de saber que o importante foi ter Vivido mesmo que se "de passagem".
O importante foi viver.
Pessoas pensam dando continuidade a toda aquela história de 160.000 páginas pensadas por dia muitas vezes páginas sem premeditação, sem sentimentos, sem esperanças outrora com muita empolgação e sentimentos fluindo à flor da pele imaginando um futuro vitorioso visando bons frutos, sabendo que se a derrota se apressar viramos que "tentamos" e "vivemos" tudo aquilo como se fosse a última oportunidade, tendo a certeza que podemos adotar e tentar outras oportunidades.
O importante é não parar de tentar.
Ao fim de tudo veremos que com tantos defeitos, segredos, revelações, sentimentos, independências, variações, sonhos, possibilidades, vergonha, dúvidas, enfim em meio a tanta necessidade de sermos humanos o que realmente importa é viver com liberdade de criarmos nosso próprio mundo independende o suficiente para não plagiar o de ninguém, com sonhos o suficiente para realizar e sempre ter ousadia de nunca parar de "Querer depois".
Viver é o "algo mais invejado" pela morte. Viver é o "algo". Viver é o infinito contendo palavras próprias que buscam a compreensão de todo aquele individual duvidoso formado por vidas passadas de todo um ciclo contendo a perfeição daquela história vivida por "outras vidas" transpostas em "nossas vidas".
Viver é o importante.
Viver é a Religião.
Viver é a Felicidade.
Viver é o Sentimento.
Viver é o Último momento.
Viver é o Sentido de tudo.
Viver é a observação de tantas outras vidas.
Viver já basta.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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