quinta-feira, 19 de agosto de 2010

The momentariness of all life

Estamos sempre a caminhar, às vezes precisamos parar para cair, mas logo retomamos tudo de novo adaptando-nos para não cair novamente.
Na vida ganhamos ou perdemos nossos prêmios, mas sempe guardamos os momentos trancando-os em sábios baús que nos ajudam constantemente com a sua experiência.
Se a gente não parasse mais de nos amar conseguiríamos ser tudo o que sempre quisemos ser.
Devemos aproveitar cada momento que a vida nos deixa viver.
A questão do aproveito é uma liberdade nossa. Devemos optar reflexivamente, outrora precipitadamente em certos atos.
A momentaneidade de nossas vidas são repletas de um intenso poder insisivo forçando-nos a esconder ou inibir o que sentimos um pelo outro.
Estamos sempre a caminhar visando nossas perdas e ganhos.
Os nossos momentos são intensos e cruéis deixa meus sentidos em pedaços, mas juro que cada lembrança minha vai ser refletida para sempre em minha vida e em minha morte, por que quando estamos juntos tudo é o bastante.

Os momentos devem ser cultivados para sempre cuidadosamente a fim de sempre nos lembrar a beleza que é viver um grande amor mesmo que platonicamente.

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