Ele tentou mais do que deveria e usou todos os limites que tinha guardado. Sem pressa de esquecer a dor quis fazer desse amor uma fantasia, mas no fundo sabia que poderia ir para o inferno por amar tanto assim alguém da sua espécie. Tudo passou a constrangê-lo de tal maneira que foi perdendo aos pouquinhos o sentido da vida. Quis nunca esquecer aquele grande amor por que aquilo o fazia tão bem - em partes - e sempre que o amor batia na porta dele, saia correndo para abrí-la como um cão que obedece seu dono loucaente em troca de seu biscoito recompensa. Em partes pecebia que nunca ira receber seu biscoito recompensa, mas parecia que nem o sofrimento, nem a impaciência o abalava, afirmava o interior dele que o amor conseguia deter todas as pedras que surgissem pelo caminho.
"O Amor vale a pena em qualquer circunstância. O Amor nunca deixa de ser amor para ser sofrimento ou outra coisa ruim, e se isso acontecer é por que não entendemos a grandiosidade do mesmo."
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